Eletrólise do sal ou cloro tradicional: qual compensa mais?
Colocamos na ponta do lápis tudo que entra na conta de uma piscina coletiva: produto, mão de obra, retrabalho, risco e aquela fatura que ninguém enxerga, a da água mal tratada.
O custo visível: produto químico
No tratamento tradicional de piscina coletiva a lista de compras do mês é longa. Cloro líquido ou granulado, pastilhas, algicida, clarificante, redutor e elevador de pH, estabilizante. Numa piscina de porte médio, entre 150 e 300 m³ com uso intenso, esse pacote chega facilmente a alguns milhares de reais por mês. Pior: o preço do cloro oscila com o mercado químico e com o câmbio.
Na eletrólise o insumo principal é sal comum, um dos produtos mais baratos e estáveis que existem. Um quilo custa centavos e gera cloro suficiente para substituir um volume muito maior de produto pronto. Quem migra para o sistema Salino costuma relatar redução de até 50% no custo com tratamento químico.
O custo escondido: mão de obra e retrabalho
Cloro manual exige presença. Alguém precisa medir, dosar, aplicar e corrigir todos os dias, incluindo fim de semana e feriado. Entre uma aplicação e outra o residual oscila: sobe logo depois da dosagem, às vezes a ponto de obrigar a interdição, e despenca horas mais tarde, deixando a água vulnerável a alga e bactéria.
Cada oscilação dessas gera retrabalho. Choque de cloro, algicida, decantação, aspiração. É um ciclo que consome horas da equipe de manutenção. Com dosagem automática e contínua o residual se mantém estável, e esse ciclo de correções simplesmente some da rotina.
O custo do risco
- Risco trabalhista. Manusear cloro concentrado é atividade insalubre. Respingo, vapor e acidente de armazenamento são passivo real para condomínio e empresa.
- Risco sanitário. Piscina coletiva com residual fora da faixa pode ser autuada pela vigilância sanitária. E, muito pior, pode causar surto de doença de veiculação hídrica.
- Risco patrimonial. Estoque de químico mal guardado degrada a instalação e pode gerar reação perigosa entre produtos incompatíveis.
A eletrólise elimina os três de uma vez. Não há estoque de químico concentrado, não há manuseio perigoso e o residual de cloro fica estável e monitorado.
O comparativo lado a lado
| Critério | Eletrólise do sal | Cloro tradicional |
|---|---|---|
| Custo mensal com produto | Até 50% menor | Alto e oscilante |
| Dosagem | Automática, 24h | Manual, com picos e quedas |
| Interdição da piscina | Desnecessária | Frequente após choques |
| Estoque no local | Apenas sal | Galões, baldes e pastilhas |
| Mão de obra dedicada | Mínima | Diária |
| Cheiro e reclamações | Água sem cheiro forte | Cloraminas e queixas |
A pergunta certa não é quanto custa instalar um sistema de eletrólise. É quanto está custando continuar sem um, somando produto, horas de trabalho, risco e a experiência de quem usa a piscina.
Quando compensa mais
Quanto maior o volume de água e mais intenso o uso, mais rápido o sistema se paga. Por isso os primeiros a adotar foram academias com piscina aquecida, que têm uso diário e banhista constante, além de clubes e condomínios.
No modelo de comodato da Salino não existe investimento inicial em equipamento. O gerador é alocado e a manutenção fica por nossa conta, o que transforma o custo numa mensalidade previsível, em geral menor do que a soma que o local já gastava.
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