Natação para bebês: sim ou não?

É muito comum encontrar pais e mães bastante ansiosos por matricularem seus filhos o mais cedo possível em atividades esportivas. Afinal, a prática de esportes faz muito bem à saúde e, claro, a vontade dos pais é sempre oferecer o que há de melhor para o bebê! Para atender esse desejo, nos últimos anos, uma modalidade foi adaptada, a fim de receber praticantes bem novinhos (a partir de 6 meses de idade): é a natação. Conheça agora os prós e os contras de colocar um bebê para praticar a natação. Em primeiro lugar, é preciso ficar claro que a natação para bebês entre 6 meses e 3 anos de idade é bem diferente daquela ministrada a pessoas de outras idades.

Para os bebês desta faixa-etária, a natação não se destina a ensinar os alunos a dar braçadas e nadar os estilos tradicionais do esporte. Antes do cinco anos de idade, isso é praticamente impossível.

Na aula para bebês, as mães entram na piscina e dão toda a assessoria para as crianças. Massagens, movimentos suaves e diversas brincadeiras fazem parte das aulas, que podem ser dadas ao som de músicas suaves.

Basicamente, a criança será levada a se movimentar dentro da piscina e interagir com a água. Essa é a natação adaptada para os pequeninos.

Benefícios da atividade

Segundo os especialistas, o principal benefício desta atividade para bebês refere-se ao desenvolvimento da coordenação psicomotora deles.

Além disso, por ficar sempre pertinho de sua mamãe, o nenê passa a se sentir ainda mais confiante e querido! Resultado: estreitam-se os laços afetivos entre mãe e filho.

Sem contar que o contato com outras crianças faz bem para o bebê, e estar na água costuma ser muito divertido para os pequenos. Muitos deles passam a ficar até mais calmos durante o dia.

O pediatra precisa ser consultado!

Antes de matricular o bebê em uma escola de natação, é imprescindível consultar o pediatra, que é quem poderá dar sinal verde para que a criança comece a praticar o esporte.

No entanto, a natação não é indicada para crianças com menos de seis meses de vida, pois antes desta idade elas podem estar mais suscetíveis a contrair infecções e doenças.

E é exatamente para preservar a saúde do bebê que o pediatra tem de ser consultado. Afinal, caso o especialista detecte que a criança está mais propensa a infecções, por exemplo, ele vetará o ingresso dela no esporte durante seus primeiros meses de vida.

Isso porque muitos bebês podem passar a ter otites freqüentes, ocasionadas pelo contato com a água da piscina. Bebês alérgicos também podem ter problemas se praticarem a atividade inadequadamente.

O que não pode faltar?

Depois de receber a autorização do pediatra, os pais precisam procurar a melhor escola de natação.

É importante visitar o local, conversar com os responsáveis e até mesmo acompanhar a alguma aula, se possível. Pesquise bastante antes de decidir em qual escola seu bebê será matriculado.

Veja o que você deve observar na escola:

– Os profissionais devem ser treinados e especializados em natação para bebês.

– Deve existir um orientador para, no máximo, três alunos.

– A água da piscina deve ser salinizada (para não agredir o organismo do bebê).

– A temperatura média da água deve ser de 32 graus Celsius.

– A manutenção da piscina deve ser impecável e ela deve ficar num ambiente quentinho.

– Verifique as condições de limpeza do estabelecimento, especialmente do vestiário.

Fonte: www.jnjbrasil.com.br

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